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Da esq.ª para a dir.ª: Ángel Acebes, José María Aznar, Javier Arenas e Eduardo Zaplana |
No dia seguinte ao ataque (o mais grave ataque terrorista de sempre em Espanha) o mesmo José María Aznar, e outros responsáveis do seu partido e do seu governo, clamavam, repetidamente, existir evidências do envolvimento da ETA - mesmo quando surgiam já as primeiras provas em contrário.
Recordem p.f. este exemplo antes de, perante um fenónemo criminal, assumirem, sem investigação e sem factos apurados, que o que aconteceu foi de uma certa forma e que os culpados foram uns certos senhores e não outros. Não se precipitem. A paciência é uma virtude, e os factos não são (i.e., não podem ser) uma destilação de intuição e preconceito.
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